BGS 2015 | Testamos a demo de Assassin’s Creed Syndicate

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Durante o primeiro dia da Brasil Game Show desse ano, nós tivemos a chance de testar a demo de Assassin’s Creed Syndicate no estande da Ubisoft e pudemos ter um gostinho do tipo de gameplay que será oferecido no produto final.

A fase de demonstração é uma missão que se passa no famoso Palácio e Fortaleza de Sua Majestade, a Torre de Londres, situado na margem norte do rio Tâmisa. A ambientação em Londres ainda abre um leque interessante de opções que poderão ser retratadas no jogo, o que pode vir a ser bem interessante para jogadores que gostam de ver a relação dos títulos de Assassin’s Creed com os locais e suas histórias reais. A personagem controlada pelo jogador é Evie Frye, a irmã do protagonista Jacob Frye, que utiliza sua furtividade para executar suas missões de forma discreta.

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Ao iniciar a missão, vejo que Evie está em uma embarcação que navega pelo Rio Tâmisa e logo tomo o controle para saltar em direção à margem e me dirigir ao antigo monumento. Com uma breve examinada no ambiente, decido descer em direção ao Portão dos Traidores para me infiltrar por baixo da fortaleza. Sinto que os controles são bem familiares aos utilizados em Assassin’s Creed Unity, e logo me sinto à vontade para me deslocar livremente entre as paredes e os guarda sem ser notado. Me concentro em chegar ao topo da Torres de Wakefield onde o ponto de sincronização me espera, e com o auxílio do novo dispositivo do arsenal dos assassinos, o gancho, essa tarefa foi bem mais simples.

Do topo da torre, pude avaliar minhas opções para invadir o local onde o alvo a ser assassinado estava. Isso incluía matar o portador das chaves da fortaleza, me juntar a um aliado para que ele pudesse me auxiliar na invasão ou salvar um outro aliado descontente com o tratamento dos guardas ao prendê-lo. Então resolvi explorar um pouco mais o local utilizando o gancho a fim de me familiarizar melhor com a nova ferramenta, e fiquei muito feliz com sua utilidade na progressão entre as torres do palácio. Ele funcionou muito bem para me elevar do chão até o topo de algumas paredes, para descer de um local mais alto, foi algo necessário, já que muitos edifícios são mais distantes, diferente de Paris em Unity, mas eu precisava tomar cuidado para não utilizá-lo muito de uma torre mais baixa para outra mais alta quando estava perto demais do solo, onde alguns guardas poderiam me ver, já que o progresso é mais lento.

Alguns minutos depois de explorar o mapa pelos edifícios altos, consegui efetuar um assassinato aéreo no portador das chaves, que iria me permitir acesso fácil a todas as portas trancadas, mas optei por me juntar ao aliado que poderia me ajudar a passar pela segurança do alvo sem levantar suspeitas. Depois de matar todos os guadas que poderiam reconhecer e entregar meu aliado, pude iniciar o plano de invasão furtiva como um prisioneiro. Ao passar com uma distância segura dos outros guardas, a farsa não foi detectada e logo consegui chegar perto o bastante do meu alvo sem chamar a atenção. Um botão, e o trabalho estava feito.

Antes de eu ter a oportunidade de pegar o controle de PlayStation 4 e testar a demo, notei que alguns dos jogadores tentaram invadira a fortaleza à força sem sucesso. A progressão descuidada com assassinatos espalhafatosos chamava a atenção de vários guardas, forçando os jogadores a utilizar muitos recursos para poder sair vivo dos conflitos. Acredito que essa missão com Evie serviu para nos mostrar como a assassina consegue ter melhores resultado com seu modo furtivo. Talvez, a estratégia de confronto direto seja mais interessante com Jacob, mas só saberemos isso quando tivermos o jogo lançado ou se pudermos jogar uma demo que tenha a possibilidade de usá-lo.

Torcemos para que a Ubisoft possa nos trazer o melhor produto final possível.

Aparentemente fragmentado, geralmente atarefado mas certamente engajado, este profissional do ramo bancário da seus pulos duplos no mundo dos games por ser fascinado pela forma como esta "arte" influencia os indivíduos.