Guerrilla fala sobre o desafio de criar Horizon: Zero Dawn

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Além de ter sido muito elogiado pela crítica, Horizon: Zero Dawn e sua protagonista Aloy trouxeram uma experiência digna de receber as cinco estrelas na análise de nosso prezado redator, King. Um trabalho com esse nível de qualidade só foi possível graças aos esforços da equipe da Guerrilla Games. Recentemente, o diretor Hermen Hulst falou um pouco sobre como foi esse processo em uma entrevista ao Glixel.

Hulst revelou que, quando Horizon surgiu como o próximo projeto de longo prazo da Guerrilla, todos no estúdio estavam cientes de que isso poderia afastar significativamente a companhia de sua zona de conforto em Killzone.

Começamos a pensar que nós já havíamos feito alguns Killzones agora. Não seria bom mudar e usar todo o conhecimento adquirido ao tentar outra coisa?

A jornada percorrida pela empresa não foi fácil, e para ter uma ideia desse desafio, o diretor revelou que a definição sobre o conceito do game precisou de varias reuniões ao longo de 2 meses. Foram criados 36 conceitos, dos quais apenas cinco chegaram a ser apresentados como jogo. Desses cinco, apenas dois chegaram a ser aprovados pelo estúdio, e um deles era Horizon: Zero Dawn.

Acredito que sabiam que tinham algo potencialmente muito especial, mas também algo que iria mais além das competências já consolidadas pelo estúdio.

O prêmio por essa manobra arrojada da Guerrilla Games foi a produção de uma obra incrível e com muitas qualidades que agradaram ao público e à crítica.

Fonte: Glixel via Eurogamer.pt

Aparentemente fragmentado, geralmente atarefado mas certamente engajado, este profissional do ramo bancário da seus pulos duplos no mundo dos games por ser fascinado pela forma como esta "arte" influencia os indivíduos.