Diretor de Breath of The Wild explica o motivo do jogo não ter as dungeons tradicionais

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Um dos fatos que mais chamou a atenção dos fãs de The Legend of Zelda no mais recente game da série, Breath of the Wild, é o fato do jogo não possuir as tradicionais dungeons, comuns aos títulos da série. No lugar desses elementos, surgiram os shrines e as Divine Beasts, sendo que essas últimas fazem um papel muito similar aos das masmorras de outra hora.

Para esclarecer o motivo dessa mudança, o diretor do game, Hidemaro Fujibayashi, deu uma entrevista ao Nintendo Power Podcast explicando o que levou ele e a equipe a tomar tal decisão.

“Nos antigos jogos da série Zelda, uma dungeon era algo muito longo de se explorar, e por causa desse jogo [Breath of the Wild] ter um mundo tão grande, nós pensamos que um dos temas deveria ser o de encontrar coisas, e pensamos na ideia de que o jogador podia encontrar esse shrines. […] Quando decidimos que cada shrine teria uma média de 10 minutos cada, pensamos que podia não ser o suficiente para um título de Zelda, pois, não era a mesma sensação de se encontrar uma masmorra. Então podíamos adicionar uma grande dungeon, e que talvez se movesse e incorporasse a gravidade, e foi assim que nós pensamos nas Divine Beasts.”

Aclamado por crítica e público, The Legend of Zelda: Breath of the Wild recebeu recentemente o prêmio de Game do Ano no Game Awards. O jogo está disponível no Wii U e no Switch.

Fonte: Nintendo Life

Nerd, gamer e cinéfilo. Apaixonado por Zelda, acredita ser a reencarnação do herói do tempo.