Battlefield 1 aperta o cerco contra cheaters

Assim como o PlayerUnknown’s Battlegrounds tem trabalhado no combate aos populares cheaters, DICE e EA têm lutado contra esses “espertinhos” em seu famoso shooter Battlefield. Em resposta à comunidade, a desenvolvedora deixou uma nota no site oficial do game sobre medidas combativas das empresas, a fim de melhorar a experiência de seus jogadores.

O grande destaque do comunicado mostra-se na confiança do estúdio no sistema anti-trapaça FairFight, utilizado pela franquia desde o Battlefield 3. Segundo ele, os esforços no combate aos cheaters têm se intensificado e, apenas em outubro, mais de 8500 contas foram “penalizadas”, o que provocou uma diminuição no número de ocorrências.

No entanto, problemas acontecem e uma das reclamações da comunidade é de que o sistema pune jogadores muito bons. Para isso, a resposta é simples: “não é possível banir alguém apenas pela habilidade”. Normalmente, falsos positivos podem ocorrer – afinal, nenhum software é 100% confiável -, mas a DICE se diz “confiante de que os nossos métodos de detecção trazem resultados precisos”.

Outro título que se utiliza do FairFight é o Rainbow Six Siege, que utiliza também os serviços do BattlEye – o mesmo do PUBG – desde a metade de 2016. De acordo com a Ubisoft, a escolha tem “foco na prevenção, ao invés do comportamento”. Enquanto o FairFight analisa ações “estatisticamente incomuns” do lado do servidor, o BattlEye detecta “padrões conhecido de cheating” do lado do cliente.

Author: Marco King

Um simples desenvolvedor com textura realista que quer desligar a PhysX e sonha a 120 frames por segundo. Pena que a memória é baixa.

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